
Colaboradores da Fundação José Silveira voltam a denunciar atrasos no pagamento de salários e cobram, mais uma vez, explicações da instituição e um posicionamento do Governo do Estado. A situação, que já se arrasta há semanas, tem causado apreensão, revolta e sérios prejuízos financeiros aos trabalhadores.
De acordo com relatos, parte dos colaboradores que recebem seus salários por meio da plataforma BSCash teve o pagamento efetuado recentemente. No entanto, os trabalhadores que recebem pelo Banco Bradesco seguem sem receber, até o momento, sem qualquer comunicado oficial que esclareça os motivos da diferença ou apresente uma previsão concreta para a regularização.
A falta de transparência tem agravado ainda mais o cenário. Muitos colaboradores afirmam que continuam exercendo suas funções normalmente, mesmo diante da insegurança financeira e da dificuldade para honrar compromissos básicos, como aluguel, contas de consumo e alimentação.
"Não se trata apenas de atraso, mas de respeito com quem mantém os serviços funcionando", relata um colaborador que preferiu não se identificar. Segundo ele, a ausência de informações oficiais gera desgaste emocional e compromete a confiança na gestão.
Além da Fundação José Silveira, os trabalhadores também cobram uma posição clara do Governo do Estado, uma vez que a instituição mantém contratos e presta serviços à população. Para os colaboradores, é fundamental que haja responsabilidade e fiscalização para garantir que os direitos trabalhistas sejam respeitados.
Os profissionais afetados reivindicam:
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Esclarecimento imediato sobre os critérios de pagamento;
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Previsão oficial para quitação dos salários em atraso;
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Medidas efetivas para evitar novos atrasos;
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Maior transparência na comunicação com os trabalhadores.
Enquanto não há respostas concretas, cresce o sentimento de indignação entre os colaboradores, que seguem aguardando uma solução urgente para um problema que afeta diretamente sua dignidade e subsistência.
A situação segue em aberto, e os trabalhadores afirmam que continuarão cobrando providências até que todos os salários sejam devidamente regularizados.
